Vozes da lata

Vozes da Lata

Tainá

"Pra mim é uma alegria, porque quando tem algum Samba a gente tá... tá todo mundo ali, não faltam...".


Maria Alice

"Aos sete anos ia pro Reis... Em festa de casamento não tinha sanfoneiro e nosso divertimento era lata, quando terminava o casamento, e era melhor do que o próprio casamento. A lata era a mesma que a gente carregava água, que não tinha outro instrumento. Era a lata, o pote e a cabaça. Aí nós começemo o Samba de Lata e dessa época pra cá eu me sinto muito orgulhosa do samba porque foi onde a gente encontrou primeiramente alegria, através do sofrimento, e hoje a gente é feliz com o Samba de Lata".


Joia

"Pra nós, que tamo aqui dentro e a gente entende a cultura... Pra mim, significa alegria, desenvolvimento na nossa comunidade. Quando a gente tira o retrato do Samba de Lata, conversa sobre o Samba de Lata e, lá, outras pessoas vê, eu vejo isso como um desenvolvimento para a comunidade e na nossa região toda".


Valdelice (Detinha)

"Quando eu tinha seis anos, minha mãe era sambista. Aí em tempos de Reisado ela levava nós pra o Reis e quando terminava de cantar o Reis, aí batia na lata e começava o Samba de Lata. Nisso, ela me chamava pra sambar junto com ela, com os adultos, aí eu comecei a sambar, aprendi desde essa época. Eu tinha seis anos e comecei a sambar e até hoje".


Dinha

"O Samba de Lata significa tudo pra mim. É uma alegria pra gente quando sai. Nós já cresceu, amadurecemo, casemo... Era moça e fazia tudo na vida, mas graças a Deus nunca deixei o Samba de Lata. Sempre o Samba de Lata! É a minha vida!".


Iuca


"O Samba de Lata representa uma cultura muito importante, muito boa para a comunidade".